terça-feira, 8 de setembro de 2009

Gás de geladeira

"E lá se foi a luz. Com a escuridão vieram os gritinhos de susto das funcionárias do Protocolo. Logo em seguida sobe um futum pútrido aos narizes, invadindo as salas apagadas. Cheiro de gás. “Quem peidou?”. Risos. Um estalo e algumas lâmpadas se acendem. Mais gritinhos ecoam, desta vez de alegria. Não sei por que... na penumbra ninguém trabalha. (Nem o ar condicionado...). Agora faz calor e o fedor persiste. Pensando melhor, prefiro uma pilha de matérias para bater. Meu computador dá sinal de vida e o ar volta a gelar aos poucos. “Trevas”. Tudo volta à normalidade plácida e sufocante. Menos o maldito odor sem dono".
Erika Vettorazzo


Olá, leitores do Batedeira.
Como o Marcelo já explicou com muita categoria, esta é a inauguração dessa belezinha.
Escolhi o continho cotidiano acima para habitua-los à minha mania de contar as desventuras que os dias de aprendiz de jornalista me trazem as vezes.
Sou aluna da UFF e estagiária de assessoria de imprensa atrás de assessoria de imprensa.
Desta vez, escolhi um incidente numa tarde comum de trabalho em meu antigo estágio.
Na próxima, vou contar a história de um amigo muito especial, em capítulos, porque ele é ativo demais pra me deixar ser sucinta.

Espero que gostem.
Até terça que vem!



Um comentário:

Rê Coelho. disse...

Oláááá, Erika (sem acento!)
hehehe
Excelente inauguração. Aguardo ansiosa pela história do nosso amigo.
Seja muito bem vinda (como todos nós) e olha o Batedeira aí, geeeeente!
o/